quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Queria ver a vida e escrever como Aldir...

Como eu gostaria de escrever como Aldir as vezes debochando da vida horas fantasiando, criando mundo paralelos a nossa às vezes dura realidade ou apenas relatando como observador do mundo cotidiano. Mas escrevo simples um pouco dramático, me esvaio em palavras ou apenas abro o coração, sem pudor de parecer ingénua ou infantil. Pois ainda me sinto muito menina pra ser mulher, pra assumir de fato a idade que aos poucos vem se aproximando devagar. Acho que estar no meio termo entre a maturidade e adolescência. Como é difícil amadurecer nunca me falaram sobre isso, e fazer isso com serenidade e equilíbrio sendo feliz a cada momento. Valorizar cada queda, cada sorriso, cada conquista, cada beijo, cada abraço, cada conversa seja qual for o idioma dela e seu conteúdo. Absorver e ter o melhor da vida não importa o quanto torta e surpreendente ela possa ser. Gostaria de pôr em prática o grande aprendizado de ser feliz sempre, haja o que houver e acreditar na vida com mais firmeza segurar mais firme as rédeas do que chamam de destino. Temos vidas tão diferentes cada um de nós, as histórias, caminhos, dramas, vontades, sonhos, objetivos mas o ponto comum é que todos sem excepção queremos ser felizes seja lá o que quer que signifique a palavra felicidade em nosso glossário pessoal.

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